terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Advento, troca, presença e união


O Calendário do Advento é um costume dos luteranos alemães de fazer a contagem regressiva para o dia da Véspera de Natal, dia 24 de dezembro. Conheço simpatizantes da ideia que também cumprem esse ritual essencialmente religioso, mesmo sem serem praticantes ou luteranos. 

Existem diversas formas de se cumprir o ritual, alguns reunem-se religiosamente por ser um costume essencialmente religioso, outros comem doces, acendem velas e rezam, outros cantam e contam histórias de Natal. Cada família organiza sua própria forma de fazer essa contagem regressiva. Nas lojas, encontramos não só  calendários de Advento com doces, mas também com maquiagem, perfumes, brinquedos. Tem de tudo mesmo! Se preferir, faça pratinhos de Natal para o café da manhã dos domingo de Advento (foto abaixo). 



Apesar de muitos anos casados, nunca fizemos calendáro de Advento em nossa família, mas meu marido surgiu com essa ideia este ano. Daí pensei: por que não? Gosto de passear por outras culturas e passar por experiências boas e novas. Resolvemos que seria mais interessante fazer um calendário de doces escolhidos por nós mesmos. Escolhemos e compramos juntos no supermercado, colocamos em saquinhos numerados, a serem abertos a partir do dia 1° de dezembro. Incluímos músicas tradicionais em alemão, que meu marido queria que eu conhecesse, e histórias tracionais de Natal em alemão também, a serem cantadas e contadas nos quatro domingos de Advento,  antes do Natal. Durante a nossa organizão, achei que seria muito simples apenas abrir os saquinhos de doces nos outros dias da semana. Combinamos que cada um deveria abrir o saquinho de doce, e contar um momento feliz passado juntos ao longo deste ano. Só depois de compartilhar boas lembranças, comeríamos nossos doces. O resultado inicial foi uma grande e boa surpresa!

Estamos vivendo uma linda experiência relembrar momentos especiais juntos. Quando um conta sua lembrança, o outro adiciona fatos à história e todos os corações presentes ficam aquecidos. Já estamos no dia 5 de dezembro, eu sei, mas fica a dica para quem quiser. Ainda dá tempo de combinar com familiares e/ou amigos. 

Independente de sua religião ou localização, os encontros podem ser feitos com a ajuda da internet. É a internet para União, para o Bem, para ser feliz! Este é um bom exercício emocional, que une e revela valores. Recomendo muito!
Vale dizer que respeito muito os preceitos religiosos deste período, e que meu olhar é de uma estrangeira na Alemanha. (Fotos e texto de Simone Reichel)

Bom Advento para todos!
Abaixo compartilho a letra de uma música cantada na ocasião. Fonte: http://www.liederportal.de/adventslieder/wir_sagen_euch_an.php
Wir sagen euch an den lieben Advent 
Text: Maria Ferschl   Melodie: Heinrich Rohr, Richard R. Klein

Wir sagen euch an den lieben Advent
Sehet, die erste Kerze brennt!
Wir sagen euch an eine heilige Zeit.
Machet dem Herrn den Weg bereit!
Freut euch, ihr Christen! Freuet euch sehr.
Schon ist nahe der Herr.

Wir sagen euch an den lieben Advent.
Sehet, die zweite Kerze brennt.
So nehmet euch eins um das andere an,
wie auch der Herr an uns getan!
Freut euch, ihr Christen! Freuet euch sehr.
Schon ist nahe der Herr.

Wir sagen euch an den lieben Advent.
Sehet, die dritte Kerze brennt.
Nun tragt eurer Güte hellen Schein
weit in die dunkle Welt hinein.
Freut euch, ihr Christen! Freuet euch sehr.
Schon ist nahe der Herr.

Wir sagen euch an den lieben Advent.
Sehet, die vierte Kerze brennt.
Gott selber wird kommen, er zögert nicht.
Auf, auf, ihr Herzen, werdet licht.
Freut euch, ihr Christen! Freuet euch sehr.
Schon ist nahe der Herr.


segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Poemando...

Átimo 125

Aquele sol diluído decorava mais que o céu frio do inverno...
Através da janela, enchia o vazio de sua alma 
que congelava pelo avesso.

Foto e texto de Simone Reichel
Bremen (4.12.2017)

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Cores e luzes do outono da Alemanha

Após longa pausa para família e amigos, retorno ao Brazilian Route com as cores e luzes do final deste outono. Fiquem com meus pics de hoje de manha, feitos no Parque Links der Weser, Bremen. Fotos: Simone Reichel











sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Brazil: Media, monopolies and political manipulations - Documentário da TV Al Jazzera

Importante assistir a este documentário a que tive acesso por uma rede social, e considero bem explicativo para entender o papel da mídia no Brasil e os danos causados pelo alcance e domínio da Mídia em um país que sofre com a corrupção e sérios problemas nas áreas da educação, saúde e social. 


Na sequência, você pode assistir um pouco mais desta série sobre o Brasil e nosso povo.


Gostou? Deixe sua sugestão 
ou comentário abaixo!

domingo, 10 de setembro de 2017

Você conhece o Projeto Omolokum?



Seguimos nossa proposta de divulgar projetos culturais, educacionais e artísticos que fazem a diferença hoje no Brasil e no mundo. O Brazilian Route tem o prazer de apresentar o projeto Omolokum, criado por Leila Leão e Bruno Oliveira.Vi o projeto crescer e tornar-se hoje referência no Rio de Janeiro. Participei de alguns eventos inesquecíveis realizados pelo casal e sua equipe, e afirmo que vivenciei momentos muito especiais de aprendizado, entretenimento e sabores deliciosos. A Casa Omolokum é parada obrigatória para mim e minha família quando visito o Rio de Janeiro. Vamos conhecer um pouco mais do projeto?




Omolokum é um projeto de gastronomia musical, cuja característica é o resgate da culinária afro-brasileira e Yorubá, acompanhada pela musicalidade vinda do Continente Africano, consolidando essa cultura que influencia as pessoas até os dias atuais. A intenção é fazer com que as pessoas vivenciem um momento único através da imersão em sabores, aromas, sons e comportamento de uma cultura muito antiga que faz parte direta da história de nosso país, com todas as suas misturas étnicas resgatando a identidade gastronômica e musical de um povo e ainda desconhecida por muitos.






Esse movimento surgiu da necessidade de esclarecer dúvidas sobre a ligação dos terreiros com a culinária e a música brasileira atual, a partir daí fortalecer e perpetuar sua história, quebrando tabus religiosos, sociais e raciais, valorizando assim o que se tornou uma cultura propriamente brasileira.

Hoje o projeto se divide em duas partes: a que é um evento mensal itinerante, e teve suas últimas 15 edições na Fundição Progresso nos Arcos da Lapa, reunindo um público que vai de 100 à 500 pessoas por edição; e a Casa Omolokum.













Casa Omolokum é uma casa de Cultura Afrobrasileira e bistrô que oferece uma imersão na cultura de matriz africana aos clientes e convidados através da gastronomia, música e arte. A Casa Omolokum fica na Rua Jogo da Bola 102, Morro da Conceição, logo acima da Pedra do Sal, local que é berço das rodas de samba no Rio de Janeiro. Lá são recebidas diariamente pessoas de todo o mundo interessadas na vivência que é proposta no projeto. A casa proporciona atividades diárias, como aulas de percussão sagrada e profana, estudo sobre ritmos, danças, literatura, artesanato, mantendo o foco principal na parte gastronômica do espaço, onde além de saborear pratos típicos de matriz africana, releituras de comida de terreiro e comida de dendê de um modo geral, você ainda pode aprender a história que vem acompanhando estes pratos, contada em alguns momentos dentro do espaço ou na praça Leopoldo Martins, coladinha à Casa Omolokum, em um local deliciosamente histórico do circuito Pequena África. Durante os eventos e visitações, aproveitamos a vista da Baía de Guanabara e damos continuidade à força da gastronomia dos ancestrais que aqui estiveram e deixaram como herança a comida de azeite, hoje popularmente representada por quitutes como o Acarajé, Caruru, Moquecas, Vatapá, Omolokum e outros.



Leila Leão
(Etnoculinarista e proprietária Omolokum)
contato: (21) 989231834 whatsapp

Bruno Oliveira
( Músico percussionista, etnomusicólogo, pesquisador e proprietário Omolokum)
contato (21) 997420844
Facebook:https://www.facebook.com/omolokumculinariadeterreiro/



terça-feira, 5 de setembro de 2017

Ama a língua quem a conhece!


Sabe aquele momento que vc lê algo que brasileirxs escrevem em rede social, em português, e não consegue entender por graves problemas de coesão, coerência e vocabulário indevido? Quando não dá para entender nem as palavras usadas no texto, a comunicação não acontece ou sai toda torta... mesmo com meu esforço, hoje não consegui compreender um texto

Eu encurto palavras, abrevio, também erro ao escrever rápido, não entendo algumas gírias novas e regionalismos, mas procuro ser entendida e escrever bem. Sem ser purista, nacionalista ou qualquer palavra que queiram me carimbar na testa, mas vamos amar mais o português e continuar aprendendo a usar essa língua tão linda. Eu, mesmo sendo professora de línguas, estou sempre aprendendo coisas novas sobre a nossa língua. Eu sou pró aprendizado de línguas estrangeiras sempre, mas lembro que não se deve deixar a sua língua mãe de lado nunca. É muito divertido e interessante comparar a nossa língua com as estrangeiras. 

Leiam, leiam e leiam muito o português em todos os gêneros literários. Mas não só sobre sua profissão ou religião, ampliem saberes e vocabulário, busquem textos novos e clássicos do português brasileiro, leiam poesia e jornais, mas tentem selecionar um pouco mais. Leiam alguns textos ruins também para aprender por comparação, e separar o bom do ruim. Troquem jornais de figuras grandes por publicações mais sérias, e exercitem a paciência na leitura de textos mais longos. Conhecer bem sua língua é entender melhor o mundo ao redor, seu povo e sua cultura. 

Ler faz bem ao cérebro fisicamente, favorece as conexões neurais, e ainda melhora o intelecto. E não me diga que não tem tempo. Troque o tempo das redes sociais por livros/artigos (impressos ou on-line) em sua língua ou em língua estrangeira. Se não teve acesso à escola e não quer voltar a estudar em uma instituição, assista aulas no YouTube ou outra plataforma. Use a Internet a seu favor! Se não consegue, procure amigos ou instituições que vão ajudar a melhorar o uso da língua portuguesa. Use tudo o que estiver ao seu alcance também para falar e escrever bem. E ame a sua língua sempre.


Eu amo a língua portuguêsa mais que as outras línguas que aprendi na vida! Nunca renegaria a língua com a qual cresci, e a mais importante para minha formação acadêmica, a língua com a qual construí minha completude até hoje. 

Vale lembrar que ninguém precisa ser perfeito na fala ou escrita, mas elas existem para manter uma comunicação compreensível entre nós. E o português é uma construção de muito mais de 5 séculos do Brasil "oficial". Conheço pessoas que passaram brevemente pela escola, mas aprenderam na vida e fizeram com a língua portuguesa maravilhas, porque se fizeram entender muito bem em seus meios sociais. 

Uma das missões do Brazilian Route é trazer à luz, internacionalmente, um pouco mais desse Brasil lindo que pouco se vê ou se fala em outros países e continentes. Por tudo isso, homenageio hoje as pessoas simples e maravilhosas que conheço e citei acima com essa pérola literária e exemplo pessoa de história incrível que foi Patativa do Assaré. Vejam quem foi ele e o que foi sua história, que se mistura com a história do Brasil, no documentário abaixo. 


Gostou? Deixe seu comentário ou sua sugestão abaixo.

Vamos animar setembro com música? - Einfach Deutsch Lieder

Ficamos duas semanas sem novidades por conta de uma sinusite persistente. O clima local muda e ela me ataca. Mas com tudo sob controle, e para comemorar a minha melhora, começaremos setembro com música. Essa é bem fácil de acompanhar! 
Então, prontos para cantar em alemão e aproveitar a alegria que a música nos dá?
Quem já consegue cantar junto e achou fácil, pode transcrever a música e depois conferir a com a letra original abaixo. 



Sie mag Schwarz,
ich mag Weiß.
Ihr ist kalt,
mir ist heiß.
Sie mag Regen,
ich mag Schnee.
Ihr schmeckt Kaffee,
mir schmecke Tee.
Wir sind so verschieden,
sie ist nicht so wie ich,
sie ist einfach nicht der richtige Typ für mich.
Wir sind so verschieden,
sie ist nicht so wie ich.
Sie ist einfach nicht der richtige Typ für mich.

Er mag den Tag,
ich mag die Nacht.
Er mag die Sieben,
ich mag die Acht.
Ihm ist’s zu dunkel,
mir ist’s zu hell.
Ihm geht’s zu langsam,
mir geht’s zu schnell.

Warum ist er so anders?
Warum nicht so wie ich?
Er ist einfach nicht der richtige Typ für mich.
Warum ist er so anders?
Warum nicht so wie ich?
Er ist einfach nicht der richtige Typ für mich.

Hey, dir passt das T-Shirt
genauso toll wie mir.
Hey, dir steht der Ohrring
genauso gut wie mir.
Wow, das ist ‘ne Farbe,
die gefällt uns beiden sehr.
Wow, der Rock passt super,
er gefällt uns noch viel mehr.
Du bist nicht so anders,
du bist genau wie ich.
Du bist ganz genau der richtige Typ für mich.
Du bist nicht so anders,
du bist genau wie ich.
Du bist ganz genau der richtige Typ für mich.

Fonte: https://www.youtube.com/channel/UCIofxT-750lLxxdA5xSTafw

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Baby Lagsam (Despacito - Versão em alemão)

Sei que já estamos com os ouvidos cansados de ouvir, mas esta versão em alemão é fácil de cantar... Vamos juntos?


Este segundo vídeo é com o cantor sensualizando (claro,em estilo moderado alemão) a música em alemão...


Agradecimentos à minha amiga Rosele que indicou o link!

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Não deixe a peteca cair!

Você está morando em outro país e quer ensinar a seus filhos um pouco de nossas raízes? Seguindo nossa rota de resgate de raízes brasileiras, hoje vamos conhecer um pouco mais da nossa peteca. 

O nome "peteca" vem do Tupi e significa "esbofetear, golpear com a mão espalmada". O Tupi era a língua falada pelos povos tupis que habitavam a maior parte do litoral do Brasil no século XVI (tupinambás, tupiniquins, caetés, tamoios, potiguaras, temiminós, tabajaras etc.)

Sobre a expressão “Não deixe a peteca cair”...

Aqui no texto ela é usada no sentido literal, ou seja, parte do jogo de peteca é jogar o objeto peteca e não deixá-lo cair. No português do Brasil, aparece também como expressão idiomática que significa “Não desista do que quer” ou “Continue com persistência o que faz”.















O brinquedo que une, alegra e movimenta a criançada nos quintais do interior e das cidades do Brasil, segundo registros citados pela Confederação Brasileira de Petecas (CBP), é de origem indígena brasileira. Foi usada para aquecimento do atletas nas Olimpíadas da Antuérpia, Bélgica, em 1920. Nesta ocasião, o jogo de peteca ficou conhecida por vários atletas do mundo todo que estavam nas Olímpiadas e se interessaram pela atividade. É considerada esporte desde 1940, e foi regulamentada em 1973, sendo criada a Fundação da Federação Mineira de Peteca (FEMPE), em 1975. O esporte foi oficializado na Segunda Sessão do Plenário do Conselho Nacional de Desporto – CND, conforme Deliberação n° 15/85 de 17 de agosto de 1985, em Brasília, e em 1987 foi realizado o Primeiro Campeonato Brasileiro de Peteca. Mais informações sobre a Peteca como esporte e recreação hoje e sua história vocês podem obter nos links e vídeos ao longo deste post.




Quer fazer a sua peteca? Garanto que é mais divertido ainda, jogar com a própria peteca. Minha mãe fazia com penas coloridas de galinhas carijó ou d’angola, e usava caixas de fósforo para encorpar o miolo. A diversão começava na hora de buscar a palha e as penas. Então, convido vocês a aprenderem com esse vídeo gostoso de se ver da Sra. Ruth Bárbara da Fazenda Escola BIMINI ensinando como fazer uma Peteca de palha de milho.


O vídeo cheio de brasilidade do jovem Khauan Victor mostra uma peteca bem mais simples de fazer, para que crianças como ele possam fazer a sua. Coisa linda!


Para saber um pouco mais sobre a peteca hoje e suas origens, clique nos links abaixo:


Regras do jogo de Peteca: 


É diversão e esporte para a família!



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quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Você foi ou viveu o lugar?

Foto: Simone Reichel

Quanto tempo você reserva para ficar em cada cidade que visita nas férias? Este post não é sobre turismo, mas sobre a nossa relação com o tempo dedicado às atividades em nossas férias. Normalmente, quando conseguimos uma ou duas semanas de férias, organizamos nossas viagens procurando visitar o máximo de lugares ou cidades que pudermos em curto espaço de tempo. É uma correria de visitas aqui e acolá, tudo acelerado, igualzinho ao período em que trabalhamos. Acabamos exaustos e, quando chegamos, precisamos descansar das férias. Eu mesma já fiz muito isso!


Foto: Simone Reichel
Desta vez, em Milão, resolvi viver algo diferente.  Optei por ficar um pouco mais em uma só cidade. Visitei Milão por 9 dias, e pude perceber que diferença faz o tempo gasto em cada lugar. Milão tem cerca de 1.308.735 habitantes, não é tão grande quanto Londres, Rio de Janeiro ou Berlim, por exemplo, mas oferece muitas opções interessantes de atividades a fazer. É fácil nos perdemos no centro histórico e comercial de lá e não aproveitamos um pouco mais do ritmo da cidade fora dos pontos turísticos. Organizei antes o que faria, e busquei muitos lugares alternativos. Fiz os passeios devagar e, assim, deixei aqueles sentidos que são pouco explorados pelo cotidiano agitado, perceberem melhor os cheiros, os sons, as texturas, os sabores locais.

Foto: Simone Reichel
Foto: Simone Reichel

Uma de minhas experiências foi subir ao telhado da catedral Duomo à tarde, o que recomendo muito, e ficar duas horas inteiras lá. Cheguei, turistei tirando fotos nos primeiros 15 minutos e depois guardei o celular para viver o local. Sentada, caminhando pelo telhado ou de pé observei tudo e todos os movimentos atentamente, deixei o ambiente fluir comigo e através de mim. Vi o movimentos de pessoas e grupos, como ondas, virem e sairem rapidamente. E eu ainda lá no telhado da Duomo! rsrsrs Cheguei com sol escaldante e saí quando ele já estava se pondo. Desci com subi, a pé (existe a opção do elevador), com o corpo e alma felizes porque eu me permiti ser inteira por duas horas.

Foto: Simone Reichel
Foto: Simone Reichel









Queria com vocês refletir quanto o tempo influencia a completude de nosso ser, por isso escrevi este post. Lembremos que, quase sempre, podemos determinar este tempo que nos consome, e literalmente gozar férias. Decide aí com carinho... o que é mais importante, dizer que foi ou vivenciar o lugar e deixar o corpo ser integralmente? 

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Quer ser um parceiro(a) do Brazilian Route?


Voltamos de férias com novidades. 
Enquanto voava, fui catando umas ideias 
aqui e ali nessas lindas nuvens... 

O Brazilian Route passou de 20.000 acessos! Agradeço aos leitores de diversos países, como Brasil, Alemanha, Rússia, Canadá, Estados Unidos, entre muitos outros que estão acessando o Blog periodicamente. 

O bebê está crescendo... E, por isso, procuro parceiros alegres e criativos. Abrimos, assim, possibilidades para publicar textos com autoria aqui no Blog Brazilian Route sobre assuntos variados relacionados ao Brasil ou à Europa. O Brazilian Route não tem foco político. É um Blog de variedades que compartilha dicas, boas ideias, cultura, arte, cinema, literatura, biografias, história, entretenimento, tudo com muita alegria, humor. 

Os textos devem ser informativos ou literários, de 3 a 4 parágrafos, apresentar trabalhos sociais, culturais e/ou artísticos,(individuais ou coletivos), podem retratar lugares, pessoas e atividades desenvolvidos no Brasil e em países europeus, devem tornar conhecido algo curioso, criativo ou interessante em qualquer dos lugares. A publicação passa por leitura, revisão, diálogo e aprovação de ambos os parceiros. O texto não pode ter propaganda política, ou de produtos em geral. O foco é promover conhecimento e divertimento e não venda! 

Esclareço ainda que qualquer publicação não inclui ganhos financeiros, terá apenas a finalidade de tornar sua ideia, projeto, trabalho, conhecido pelos leitores do Brazilian Route em vários países do mundo. Fotos serão aceitas, mas só originais e com a autoria.

Gostou da ideia?
Quer ser um parceiro(a) do Brazilian Route?

Mande seus textos e fotos para o email simonexreichel@gmail.com. 

Foto: Simone Reichel
Pulseiras do Varal da Vall-RJ