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quinta-feira, 7 de junho de 2018

Nada de auto boicote... vamos caminhar!

Olha só o que eu iria perder se não fosse caminhar hoje!
Sem dores, sem preguiça, sem desanimo, 
porque hoje é dia de CAMINHAR!








Fotos de Simone Reichel

 Consegui vencer o auto boicote do dia e ganhei essas fotos lindas,
além de ter aproveitado a vista durante todo o meu percurso! 


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terça-feira, 15 de maio de 2018

Caminhe e deixe a beleza entrar!

 Essas são as fotos e o vídeo que eu fiz da caminhada desta semana.
Ganhei lindas imagens, boas ideias para meu trabalho,
muita energia e um ótimo humor para seguir bem o dia.
Anime-se! Procure um lugar que te faça feliz e caminhe!


O vídeo abaixo foi feito em 2017,
 em outro parte do parque, 
em uma área de proteção ambiental.



Para saber mais sobre o parque, clique no link abaixo.

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quarta-feira, 18 de abril de 2018

Pensamento do dia

Após horas de muita leitura de diversos temas na internet, 
notícias do dia e etc,
passou pela minha cabeça esse pesamento...
deixo o meu aforismo abaixo pra vcs! ;)


sábado, 14 de abril de 2018

Sobre Internet, blindagens virtuais e palavras mal ditas


Além de ser hoje principal fonte de informação e pesquisa educacional e profissional, a Internet é um grande facilitador da comunicação entre familiares, profissionais e amigos, possibilitando conversas textuais escritas, por áudio e/ou vídeo instantâneas a qualquer momento, e em qualquer distância. As redes sociais assumem, ainda, um papel de extrema importância quando se mora fora do país de origem e formação. Nestes casos, além de informar e simplificar a comunicação, são também instrumentos mantenedores de relacionamentos importantes nas vidas profissionais e pessoais daqueles que, em diferentes contextos e por diversas razões, vivem separados por cidades, países, continentes.

Por outro lado, o distanciamento físico do meio virtual funciona como desinibidor para alguns, que postam despudoradamente o que querem de modo impulsivo ou maldoso. Assim, nós nos deparamos diariamente com palavras e/ou imagens falsas, agressivas, difamatórias e/ou desrespeitosas contra grupos ou indivíduos, textos e images facistas, racistas, misóginas, preconceituosas em geral, historicamente deturpadas e etc. Impressiona a desenvoltura dessas pessoas somente por se sentirem blindadas no meio virtual. Há grande descuido com o leitor(a), do outro lado dessa “parede” virtual. E, desta forma, postagens sem fonte e veracidade devidamente verificadas são repassadas. É comum discussões elevarem-se em demasia, sem filtros ou polidez, fazendo do palavrão e do escracho “moeda corrente” na troca de ofensas de mensagens. As consequências são sempre negativas. Por vezes, o agressor não atinge seu objetivo, mas uma terceira ou quarta pessoa que lê o que foi postado, e se identifica com a pessoa-alvo da agressão, sai em sua defesa e acaba também sendo agredido. E tudo vira uma grande chuva de absurdos protegida pelo distanciamento virtual, como se somente nosso corpo físico pudesse ser atingido.

A Internet é uma rede de conexão criada pelo ser humano para conectar os seres desse nosso mundo, cada vez mais necessária no cotidiano. Nós somos os seres que formamos e fazemos a Internet que está aí. É responsabilidade de todos nós mudar nossa postura para o Bem, e não aceitar posturas absurdas e agressivas como as que citei acima. A rede é extremamente importante para relações em diversos graus, mas a maldade humana consegue convertê-la em arma nociva e destrutiva de nós mesmos. 


Pensemos com cuidado nas palavras virtuais ao usá-las, 
para que não sejam mal ditas, nem se tornem palavras malditas!

Para refletir um pouco mais sobre o assunto 
e entender melhor o alcance do problema, 
veja os links abaixo, respectivamente:
  • Artigo da BBC News sobre agressivos na Internet
  • Lei "A Lei Carolina Dieckmann" - Lei Brasileira 12.737/2012 
  • Supremo Tribunal de Justiça 
  • Entrevista de Leandro Karnal
  • Palestra TED de Flavio Milman Shansis






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quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Você foi ou viveu o lugar?

Foto: Simone Reichel

Quanto tempo você reserva para ficar em cada cidade que visita nas férias? Este post não é sobre turismo, mas sobre a nossa relação com o tempo dedicado às atividades em nossas férias. Normalmente, quando conseguimos uma ou duas semanas de férias, organizamos nossas viagens procurando visitar o máximo de lugares ou cidades que pudermos em curto espaço de tempo. É uma correria de visitas aqui e acolá, tudo acelerado, igualzinho ao período em que trabalhamos. Acabamos exaustos e, quando chegamos, precisamos descansar das férias. Eu mesma já fiz muito isso!


Foto: Simone Reichel
Desta vez, em Milão, resolvi viver algo diferente.  Optei por ficar um pouco mais em uma só cidade. Visitei Milão por 9 dias, e pude perceber que diferença faz o tempo gasto em cada lugar. Milão tem cerca de 1.308.735 habitantes, não é tão grande quanto Londres, Rio de Janeiro ou Berlim, por exemplo, mas oferece muitas opções interessantes de atividades a fazer. É fácil nos perdemos no centro histórico e comercial de lá e não aproveitamos um pouco mais do ritmo da cidade fora dos pontos turísticos. Organizei antes o que faria, e busquei muitos lugares alternativos. Fiz os passeios devagar e, assim, deixei aqueles sentidos que são pouco explorados pelo cotidiano agitado, perceberem melhor os cheiros, os sons, as texturas, os sabores locais.

Foto: Simone Reichel
Foto: Simone Reichel

Uma de minhas experiências foi subir ao telhado da catedral Duomo à tarde, o que recomendo muito, e ficar duas horas inteiras lá. Cheguei, turistei tirando fotos nos primeiros 15 minutos e depois guardei o celular para viver o local. Sentada, caminhando pelo telhado ou de pé observei tudo e todos os movimentos atentamente, deixei o ambiente fluir comigo e através de mim. Vi o movimentos de pessoas e grupos, como ondas, virem e sairem rapidamente. E eu ainda lá no telhado da Duomo! rsrsrs Cheguei com sol escaldante e saí quando ele já estava se pondo. Desci com subi, a pé (existe a opção do elevador), com o corpo e alma felizes porque eu me permiti ser inteira por duas horas.

Foto: Simone Reichel
Foto: Simone Reichel









Queria, com vocês, refletir quanto o tempo influencia a completude de nosso ser, por isso escrevi este post. Lembremos que, quase sempre, podemos determinar este tempo que nos consome, e literalmente gozar férias. Decide aí com carinho... o que é mais importante, dizer que foi ou vivenciar o lugar e deixar o corpo ser integralmente? 

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domingo, 23 de julho de 2017

Você é ou não um „Bücherwurm“?


Eu certamente sou, não só daqueles que adora um de papel, que muita gente nem lê mais, como também dos digitais. Já descobriu o significado da palavra? Vamos lá...

„Bücherwurm“ é aquela pessoa que adora ler e vive com livros por toda parte como e muitos alemães. 

Traduzindo ao “pé da letra”

der Wurm (singular) / die Würmer – verme
das Buch (singular) / die Bücher (plural) – livro (plural -s)
der Bücherwurm (singular) / die Bücherwürmer (plural) – verme de livro (plural – vermes de livro)

*Observe que apesar de uma das palavras que forma a palavra final ter gênero neutro (das), na composição final a palavra está determinada pelo artigo der. Sempre prevalece a o gênero da última palavra, neste caso “Wurm”. Portanto, „Bücherwurm“ é uma palavra do gêreno masculino, usa-se o artigo “der”.

Leitura é assunto sério e obrigatório pelas bandas de cá do Atlântico. Alguns brasileiros que não têm esse hábito, podem estranhar um pouco no início. A Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil (2015) aponta que 44% da população brasileira não lê e 30% nunca comprou um livro. Muitas das pessoas do grupo de 44%, podem hoje estar pelos países do mundo, inclusive na Europa também, e talvez sintam dificuldades por não ter cultivado o hábito da leitura.

O europeu que passou por todo o ensino formal obrigatório aqui, de um modo geral,  está acostumado a ler instruções, manuais e etc., além da leitura por prazer. Então, se você não gosta de ler, provavelmente terá de se acostumar ao exercício. Digo isso, porque eles detestam dar informações quando elas estão disponibilizadas ao público, seja por mural ou placa, ou pela Internet, por exemplo. 

Há estantes de livros em várias ruas da Alemanha, e você pode pegar um e levar para ler em casa, por exemplo. Se gostar muito do livro e quiser ler novamente, pode ficar com ele. E melhor ainda se você deixar algum seu que já tenha lido e não queira mais para outro leitor na estante onde achou o seu último. A ideia é ótima e já vi no Brasil algumas vezes, no bairro de Santa Teresa, Rio de Janeiro, por exemplo. 












Se você preferir, vá à uma biblioteca e explore o acervo de lá. Na Alemanha e em outros países europeus, você encontra conjuntos de livros didáticos de línguas em todos os níveis, com CD, para praticar no local com seu computador, ou emprestar por algumas semanas. Você sempre encontra também, nas grandes bibliotecas, um ótimo acervo de livros sobre a cidade em que está, livros escritos por autores locais e uma infinidade de livros sobre história da Alemanha e Mundial. Fiz também uma experiência interessante, observando livros didáticos de história e geografia usados nas escolas locais, em diversos níveis. Se você não gosta destes assuntos, procure livros sobre qualquer coisa que goste, culinária, esportes, gibis, poesia, romances, matemática, design, moda, e use o assunto que gostar para afinar suas habilidades na língua alemã ou outra que desejar. Além disso, as bibliotecas são organizadas e limpas, algumas lindas e ótimo passeio turístico, e sempre oferecem atividades culturais interessantes.

Propaganda que gosto de fazer:

Seja um „Bücherwurm“ você também! 
Garanto que só trará lucro com isso para sua vida.

Abaixo uma dica fofinha de marcador de livros, que é um "Wurm", 
para você fazer e deixar suas leituras 
mais coloridas e agradáveis.

 (Fonte: https://www.pinterest.de/pin/352054895856869545/) 





sábado, 8 de julho de 2017

Histórias infantis brasileiras - conhecendo as origens


Outro dia postei alguns sites de histórias para crianças em alemão. Ainda pensando em quem é brasileiro(a) e mora com seus filhos em algum outro país do mundo, pesquisei uns links para enriquecer a vida dos pequenos, e ajudá-los a conhecer, gostar e entender melhor suas origens. Nos links abaixo, você encontra histórias indígenas e afro-brasileiras, dicas de livros, artigos. Aproveite e divirta-se com eles você também!

Histórias afro-brasileiras

Histórias indígenas

Lendas e Mitos brasileiros de Norte a Sul; Clássicos da literatura infantil brasileira 


Sobre a leitura para as crianças 


Todas as fotos deste post foram tiradas por Klaus Reichel, 
no Rio de Janeiro (RJ) e Itamambuca (SP), em 2016.


domingo, 2 de julho de 2017

Ainda sobre das Ruhrgebiet...


Das Ruhrgebiet - Früher und heute 2012


Você conhece o Vale do Ruhr? – das Ruhrgebiet


Esta semana vivi uma coincidência interessante. Passei duas tardes inteiras da aula de alemão falando sobre a região do Vale do Ruhr, ou, em alemão, das Ruhrgebiet, por conta de um texto do livro amplamente trabalhado em aula. Já estive lá diversas vezes de passagem, e visitei algumas vezes Dortmund, cidade que pertence à região. Também ouvi falar sobre indústrias lá estabelecidas, mas nunca percebi a importância que o grupo de cidades teve historicamente e culturalmente para o país. O carvão teve papel importante neste cenário, cuja história inicia-se no século XIX.


Hoje o Vale do Ruhr é a região metropolitana mais populosa da Alemanha, 5,1 milhões, e também a maior região industrial da Europa, 4.435 Km2. Está situada no centro do estado da Renânia do Norte-Vestfália (nordrhein-westfälische Region), ao longo do leito do rio Ruhr. Estas são algumas cidades dentro da área industrial: Bochum, Bottrop, Dortmund, Duisburg, Essen, Gelsenkirchen, Hagen, Hamm, Herne, Mülheim an der Ruhr e Oberhausen, assim como, die Kreise Recklinghausen, Unna, Wesel e der Ennepe-Ruhr-Kreis.


No final da semana, recebi um convite para ir a uma exposição na cidade de Bochum, que fica exatamente neste local. Aproveitei o convite e fui conhecer, ao vivo, o que ocupou duas tardes de minha vida. Foi um ótimo passeio que pode ser feito em um dia. Principalmente, se você mora por perto e o dia está chuvoso, e sua vontade é ficar enterrado no sofá. rsrsrs Recomendo visitar os vários museus e shoppings locais. Veja os links ao final deste post.



Eu aproveitei um dia chuvoso e visitei o museu Deutsches Bergbau-Museum Bochum. Desci à uma mina e subi na torre do museu para uma vista da cidade. Andei pelo labirinto subterrâneo, de mais de 2 km, e fiquei surpresa e impressionada com o tamanho das máquinas lá embaixo. Andei também em um elevador que simula os elevadores de mina, bem interessante. Ótimo para crianças a partir de 5 anos. Imaginei como deveria ser difícil um trabalho debaixo da terra nessas condições. 




























Se o sol estiver brilhando caminhe pelos parques também. Existem vários muito bonitos, construídos depois da revitalização da região. 
Você não vai se arrepender.


Mais informações sobre a história e lugares para visitação nos links abaixo.

História e informações turísticas locais:

Locais para visitar: 

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terça-feira, 6 de junho de 2017

Vamos de Bike? - Links de Weser

Você mora ou está visitando o norte da Alemanha, Bremen, Stuhr, Delmenhorst ou cidades próximas? Está de bobeira em casa ou no hotel e já conhece bem os parques dentro de sua cidade? Gosta de natureza e de andar de bicicleta? Então vai passear de bicicleta e conhecer um pouco mais os arredores. Sai do centro, sai da "caixinha" e aumenta seu raio de circulação! 

Gravei o vídeo abaixo em um passeio no parque Links der Weser como exemplo dessas escapadinhas saudáveis. As fotos também foram feitas durante o passeio. Além de curtir a natureza, encontramos um centro de equitação próximo, aberto a crianças e adultos, e aproveitamos os vários lagos do local. Toda semana busco uma nova rota para andar de bicicleta, e faço sempre novas descobertas, algumas vezes pertinho de casa. 






 A região norte é plana e ótima para andar de bicicleta. A Alemanha, de um modo geral, é muito segura e agradável para ciclistas. E as estações primavera, verão e outono são perfeitas para esses passeios.  Invista em bolsas para bicicleta, garrafas de água, capacete, luzes de segurança e, se pedalar à noite, um colete ou faixa sinalizadora. Estes são itens importantes para seu conforto e segurança. Procure conhecer também as sinalizações que os ciclitas usam na Europa, para evitar acidentes e pedalar livremente de forma correta. Não esqueça seu chapéu e protetor solar porque o solzinho brando daqui engana. Quando percebemos, estamos com o rosto bem queimados e isso não é saudável. Explore sempre novas rotas, a dica vale também para outros países e cidades.

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